quarta-feira, 31 de dezembro de 2014



Retrospectiva.
J. Norinaldo.



Hoje eu pensando numa retrospectiva descobri que sou um verdadeiro troglodita,  que sente muita saudade da caverna, das reuniões em volta de mal feita fogueira, das conversas muitas vezes sem sentido, do aperto de mão e do abraço sincero. Hoje descobri que tenho mais de cinco mil amigos e nunca me senti tão só. De repente minha mulher atende ao telefone e é para mim, ou quando diz: um momento, por favor, e vem até a minha sala com um pequeno e belo objeto, outro dia vi um cientista dizer no Programa do Jô Soares que nele existe 10 vezes mais tecnologia que o homem usou para chegar à lua; acredito. E eu sentindo saudades de quando cheguei ao Rio de Janeiro, entrava em um Bar onde havia um telefone público, que se mal alimentado não conseguiria sustenta-lo por muito tempo; discava um número e uma telefonista atendia, eu dava o número de quem deseja falar e ela é que fazia a ligação. Sinto saudades da minha Vila onde existiam apenas um automóvel e 3 Jipes dois ou 3 caminhões velhos e o prédio mais alto era a torre da igreja, quase 50 anos depois ainda o é. Sinto saudades de quando a crianças brincavam, não sei as crianças ricas, mas no meu caso de pinhão, cavalo de pau e subir nas árvores; outro dia um menino me perguntou apavorado: “Vocês subiam nas árvores?”. Sinto saudades de quando o único controle que havia era o dos pais sobre os filhos, quando se respeitavam os mais velhos. Mas ai chegou o progresso, e progrediu ligeiro demais atropelando o passando, hoje o que os olhos veem a boca não tem tempo ou conhecimento de palavras para descrever; tudo mudou para melhor, eu desejei hoje Um Feliz ano Novo a milhares de pessoas sem sequer sair de casa, sentado diante de uma tela falando com os dedos. È claro que a fogueira mal feita e a conversa muitas vezes sem sentido, apenas para manter um grupo unido não podia ser eterna; mas não podiam também me obrigar a sair da minha caverna. O tempo parece que perdeu a noção de tempo, pois parece que foi ontem que estava em minha sala assistindo a queima de fogos de artifício em várias partes do mundo, isto da minha sala, hoje já vai acontecer novamente; e amanhã o que muda? Nada, tudo igual novamente, até que assim de repente, alguém te abraça e diz: Feliz ano Novo, que o próximo ano seja bem melhor pra gente. Como será daqui a 100 ou 150 anos? Alguém dizendo: Você acredita que houve um tempo que se digitava as mensagens? Já viu no museu o que eles usavam para isto? Parece quase impossível, mas assim que era antigamente; a essas alturas o nosso antigamente de hoje já morreu. Só hoje já brindei com as mais finas taças, os mais refinados champanhes, abracei fui abraçado, sem ter ninguém do meu lado, até parece brincadeira, ou um louco Mestre sala sem sua Porta Bandeira. Bem, vou parando por aqui, pois as pernas estão inchando, isto não muda disto o tempo não esquece. Vou aguardar algum vizinho de caverna que tenha dado sorte e caçado um Javali e venha me convidar, pelos menos vou pensar que a fogueira é aquela, aquela mal feita e da conversa sem sentido, pra manter o grupo unido e hoje para que união, converso com o Japão daqui mesmo desta sala, onde ninguém ouve fala, só um leve tec, tec como se alguém mastigasse um doce pé de moleque.Sinto saudades do meu Sertão meu Agreste, Da poesia rupestre desenhada com urucum nas paredes da caverna, como disse lá em cima, sabia que nada nem vida é eterna.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014




O Sargento Garcia e a Rede Globo.
J. Norinaldo.


Todos nós que já passamos da idade de acreditar em Papai Noel, Chapeuzinho Vermelho e o Lobo mal; também sabemos o motivo pelo qual o Sargento Garcia não consegue prender o Zorro. Sabemos por que Brizola não conseguiu realizar seu sonho e o sonho de muitos brasileiros de tornar presidente da Republica; porque o impeachment do Collor e tantas outras façanhas realizadas por uma emissora de comunicação do nosso país, manipuladora, mentirosa, e outros predicados que já conhecemos. Tinha certeza de mais uma vitória, tanta certeza que em nenhum momento tentou disfarçar seu descarado interesse em derrotar a Presidente Dilma. Porém desta vez falhou, quiçá o Imortal tenha morrido contrariando certas regras e quem o substituiu não tem sequer um décimo da argúcia, da maldade e da safadeza de quem se foi. E agora? Como fica? Sabemos que se o escritor ou o criador do Zorro quiser faz com que o Sargento Garcia ponha o mascarado atrás das grades, mas qual seria a vantagem disso, ou do Lobo Mal comer os 3 porquinhos?  O Fim da fábula, Segundo as pesquisas, decadente, quase agonizante, tenta por todos os meios vir a tona novamente quiçá o fim de outra fábula. Boicotaram um dos seus melhores ídolos, Jô Soares, que tem lugar em qualquer TV brasileira e até no exterior, Xuxa, que apesar dos pesares sempre deu boa audiência, claro num país onde a sacanagem impera, e a bunda vale mais do que o cérebro. Faz mais de 3 anos  não assisto a Globo, posso garantir que nada perdi, aliás, tenho ganhado. Muito antes da campanha eleitoral, escrevi uma crônica que se encontra em meu Blog WWW.almaxpoesia.blogspot.combr , contando quando fui comprar uma antena para não pegar apenas canais abertos e a vendedora me disse: Esta não pega a Rede Globo! Eu dei um grito que fez com que todos os clientes se voltassem em nossa direção: “ Jura”, Graças a Deus, prossegui, até que em fim.

Agora vejo nesta rede o repúdio, o nojo da filha do Grande ator, dramaturgo, artistas e pensador Mário,  que diga-se de passagem era estrela Global, pelo oferecimento de um troféu com o nome do seu pai ao apresentado do JN. O que estará sentindo este senhor? Nojo? Aonde chegamos nós, por que nos mentira dizendo que o chefe era imortal? Solidarizo-me a família novamente enlutada do saudoso e querido Mário Lago. Novamente minhas condolências, a meu ver um caso de Polícia. Como teu fã e Poeta que penso que sou, peço desculpas Mário Lago. Bem que para Willian Bonner, cabia bem outro troféu  que por essa mesma emissora era  oferecido nos domingos por outro que também foi  um grande astro global: O Troféu Abacaxi! Terezinha...

domingo, 21 de dezembro de 2014



Não me Digam o que Pensar, mas me avisem do Abismo.
J. Norinaldo



Quando fui fazer o curso de especialização de Comunicações Navais, no Centro de instrução do Corpo de Fuzileiros Navais, em certo período do curso aprendemos  a  escutar o código Morse entre bombardeios aéreos, canhões e metralhadoras; tínhamos que filtrar do meio daquela bagunça horrível apenas o que nos interessava, o código Morse. Não somente isto aprendi naquela época, utilizo este aprendizado até hoje para várias coisas na vida; ouvir tudo que está sendo dito, mesmo que o que me interesse seja dito de maneira sussurrada, extrair apenas o que para mim interessa. Veja esses militares coreanos desfilando, que beleza, que harmonia, que disciplina, se alguém me pagasse um milhão de dólares para que eu adivinhasse o que todos pensam, eu seria agora um homem senão rico, pelo menos bem melhor do que estou ou mereço. Ouvi de um médico amigo, que certas pessoas que comem em exagero, não é doença, mas apenas comem rápido demais, não dando tempo aos neurônios se comunicarem informando ao cérebro que o organismo está satisfeito, assim com um pneu calibrado, o que foi ingerido já suficiente para suprir suas necessidades por hora. Portanto, o cérebro também depende de certa disciplina. Bem se me perguntassem o que pensam aqueles milhares de militares que desfilam em tão grande uniformidade; a resposta seria simples: Fazer cada movimento com a máxima perfeição para não desagradar o ditador; o que poderá lhe custar muito cara. Isto durante hora, dias, semanas, anos e anos, pensando quase sempre a mesma coisa só pode resultar numa coisa, a uniformidade dos neurônios, ou seja: Milhares de pessoas que pensam exatamente iguais. Graças a Deus e a mim mesmo, consegui passar 31 anos na caserna, talvez graças a alguns dias de aulas com fones nos ouvidos ouvindo canhões, e metralhadoras e aviões e lá no fundo o código Morse; não vou dizer que só eu não esqueci a aquela lição mesmo depois de terminar o curso e ter trafegado durante anos com tal código; a única coisa que sei, e não fui eu quem inventou é que a filosofia existe para me ensinar a pensar, não o que pensar; por isto hoje, não sou muito simpático mesmo entre muitos com os quais marchei junto, embarquei  e desembarquei  junto; alias, penso diferente e incomodo é claro. Enquanto eu atirava com balas de verdade em bonecos de brinquedo, outros jovens como eu se tornaram superiores, ao invés de um gatilho, usam no dedo hoje anéis de doutores. Não me queixo, aprendi muito e sinto orgulho do que fui e sou, amo meu pais e a Força que servi e por isto mesmo quero, esclarecer que com certeza esse amor, não é imposto...Sem alarde mas é sincero.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014



Meu Presente de Natal era o Orvalho..
J. Norinaldo.


Olha o aviãozinho! Não, não era um aviãozinho, era uma colher de feijão, mas uma vez fui enganado. A maldade da mentira disfarçada de carinho, na verdade pura coerção, A maldade da mentira passada de geração a geração há séculos, nada mais que uma pequena corrupção de quem nunca pensou  que um carvalho que hoje tem 30 metros de altura já foi apenas uma simples semente menor que um botão de camisa. Mas é só uma brincadeirinha, uma inocente mentirinha que afinal em vez mal faz o bem, pois faz a criança comer aquilo que normalmente não comeria por causa do aviãozinho inexistente. Não é verdade, todos nós fomos crianças e  jamais esqueceremos quando fomos enganados por mentiras, mesmo quando não fazíamos a menor ideia de que um trilhão de mentiras por maiores que sejam não valem uma simples letra “É” se for uma verdade. Lembro-me bem da data que se aproxima lá na Vila de Cachoeirinha  PE onde morava, adultos dizendo que na noite de Natal quem colocasse o sapatinho na janela, no outro dia Papai Noel deixava um presente qualquer, quantas vezes deixei o sapato, único para desfilar nos 7 de Setembro no sereno, nunca amanheceu diferente, a não ser quem presente nunca deixou de ser o orvalho; E não sei se sentia tristeza ou vergonha por ter acreditado numa mentira, ou mesmo que por algum pecado eu saíra da lista do Papai Noel, da lista de outra mentira. talvez por conta disso, eu nunca fui muito empolgado por festas de Natal. Enganar, mentir, pode ter outros adjetivos como roubar ou corromper, existe um aforismo que diz “Quem rouba um tostão é porque não encontrou um milhão” e acredito piamente nisto, já que não existe uma mulher meio grávida não existe ninguém meio honesto. Parar para pensar no Carvalho de 30 metros ou na colher de feijão anunciada como um aviãozinho talvez não valha a pena diante de tanta corrupção que existe por ai, tanta mentira maiores, porém aquele carvalho só chegou àquela altura porque foi cuidado, preservado; assim são as mentiras quanto mais preservadas maiores ficam e muito mais mal podem causar. Minta para seu filho mesmo que seja uma mentira inocente e ele acabará acreditando que a mentira é normal, ora se a minha mãe me enganava com a colher de feijão, porque eu não posso enganar meu semelhante, o que pode haver de importante em se tirar de alguém algo que nem vai se dar conta de tanto que tem? Quem foi enganado pode até não se dar conta por muito ter, mesmo que nuca seja descoberto aquele furto, pode virar rotina e um dia a casa cai e a lembrança do aviãozinho e da semente do carvalho, aquele que  o  Disse o poeta Lupicínio Rodrigues: “Dentre tanto desgraçado que em sua vida passou. Homem que é homem faz qual o cedro que perfuma o machado que o derrubou” fonte Google. Mentir é do ser humano, caso não existisse a mentira o que seria a verdade? O que não se pode é acreditar que a mentira que faz mal é a dos outros, e quem uma mentirinha como a colher de feijão não pode  fazer mal nenhum. E nem deixa de ser corrupção.


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014



Jornalismo Hoje, Ontem e amanhã.
J. Norinaldo.



Fico aqui pensando com meus botões o que faria se estivesse numa faculdade fazendo jornalismo, vendo o que vejo e leio todos os dias e não tivesse mais chance de troca ou estivesse no ultimo período o que faria; vendo que mesmo que existam jornalistas sérios e comprometidos com a verdade, a maioria é mais podre que os políticos, Não fosse esse meio de informação aqui, que também é necessário se ir a busca da fonte, de se sua fidedignidade, a imprensa brasileira deu um  e continua dando um verdadeiro show de lixo   a profissão. Continuo, vendo meus professores, portanto  verdadeiros discursos conta esta mesma imprensa, penso em entrar e que a coisa é assim mesmo, ou que eu vou tentar um jornalismo limpo, ético e Independente, exceto com a verdade. E será que ele existe? Ou que importa é um emprego mesmo que tenha que participar de um jornalismo sujo e prostituto? E ai alguém me Pergunta: o que seria sine qua non  para um imprensa limpa e decente? A verdade como e regra e Jamais com exceção, e venderia, teria algum sucesso? Não, porque gostamos de sensacionalismo e mentira. Então qual a solução? Nenhuma. Vi um grande jornalista num programa de Rádio ao que me parece falando a acadêmicos da profissão, alias perguntando: Você acorda de manhã com a ideia de ligar a TV para Ver Mirian Leitão, seja sincero, acordar e ver Mirian Leitão. Risada geral. Não muito feia. Isto pode mudar sim, com a imprensa impressa agonizante, você poderá ser seu jornalista, vendo os fatos e podendo tirar seu ponto de vista, assim como a filosofia tem que me ensinar a pensar e não o que pensar; a imprensa tem obrigação de mostrar a notícia sem dizer que eu tenho que acreditar, prevalecer sempre seu ponto de vista quanto imprensa.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014



Sonhar é de Graça, se fosse bom era Pago.
J. Norinaldo.



Vamos sonhar, vamos viajar um pouco aproveitando as asas da imaginação. O Brasil com certeza é o País que mais possui  água no mundo, andei muito por este referido país e até já pesquei e naveguei pelos maiores rios do mesmo, rios esses que em certa época do ano, tem enchentes que provocam grande prejuízos invadindo cidades inteiras e deixando milhares de pessoas que já tem pouco sem nada. Pois bem, vamos sonhar um pouco porque não custa nada. Digamos que com o dinheiro roubado pelos políticos, fizéssemos uma espécie de barragem ou barragens em vários desses rios, quando subissem em vez de invadir as cidades casando mortes e prejuízos, seriam armazenadas nesses grandes reservatórios e através de transposição como está sendo feito agora, depois 512 anos com o Rio são Francisco, essa água iria para locais áridos por natureza. Enquanto trilhões de metros cúbicos de água potável que depois da destruição vai para o mar, que não está nem um pouco precisado de água, seres humanos são obrigados a beber lama e agora inclusive esgoto. Estão sonhando comigo ou acompanhando meu sonho, no sonho pode tudo, então no meu, as empresas que fariam tais obras não subfaturariam nada por que eram do governo, ou seja, nossas, nós é que faríamos isto, sem licitação e sem corrupção. Afinal, 512 anos é muito tempo, vamos dizer que a sangria aos cofres públicos parasse por cinco anos, e quem sabe depois disso houvesse vergonha e continuasse, podem ter certeza que trazer água do Rio Paraná para a Cantareira ou mesmo do Amazonas seria moleza. Dinheiro é que não seria problema. Bem isto foi apenas sonho, porque a realidade é que já tem previsão ou já tem gente bebendo água do esgoto, bosta e outras coisitas mais, camisinhas e mais coisas que nem vale a pena nominar; Vem dos Estados Unidos, a notícia que a água do esgoto tratada fica melhor que a que bebemos normalmente, claro é muito conveniente dizer. Por aqui vez por outra na água que se compra engarrafada como água mineral, são encontrados mais coliformes fecais que nas próprias fezes; mas deve ser verdade, a água do esgoto deve ficar uma beleza. Nossos esgotos já são jogados nos nossos rios como rotina, então beber esgoto tratado nuca foi novidade para nós. Que sonho lindo, água que inunda cidades ribeirinhas no estado do Amazonas servindo para plantar arroz em Cachoeirinha minha cidade natal, por onde passa um rio de água salobra e passa a maior parte do ano servido de depósito de lixo, pelo menos foi o que vi quando lá estive. Não haverá mais inundação e nem falta d‘água em lugar nenhum do Brasil, e sabe por que? Porque também não existe mais corrupção; isto foram coisas do passado. Assinado Thomas Morus  depois da gripe suína, José Norinaldo.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014



A Astúcia da Águia e da América.
J. Norinaldo.


Nem sempre pode se esperar grandes decisões ou decisões sempre acertadas dos chamados grandes homens. Um Presidente dos Estados unidos da América, que não posso afirmar agora se foi  Theodore  Roosevelt, mas li em algum lugar que para ele o símbolo da América do norte seria um Urso e não uma Águia. Será que este homem que chegou ao cargo mais poderoso da terra baseou-se em preferências pessoais ou em estudos científicos para dizer tal coisa.”   “A Águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Vive cerca de 70 anos.
Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão.
Aos 40 anos de idade, suas unhas estão compridas e flexíveis e já não conseguem mais agarrar as presas das quais se alimenta.
O bico, alongado e pontiagudo se curva, suas asas tornam-se pesadas em função da grossura de suas penas, estão envelhecidas pelo tempo.
Já se passaram 40 anos do dia em que a jovem águia lançou vôo pela primeira vez.
Hoje, para a experiente águia, voar já é bem difícil!
Nessa situação a águia só tem duas alternativas:
Deixar-se morrer…ou enfrentar um doloroso processo de renovação que irá durar 150 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e lá se recolher em um ninho que esteja próximo a um paredão.
Um local Seguro de outros predadores e de onde, para retornar, ela necessite dar um vôo firme e pleno.
Ao encontrar esse lugar, a águia começa a bater o seu bico contra a parede até conseguir arrancá-lo, enfrentando, corajosamente, a dor que essa atitude acarreta. Pacientemente, espera o nascer de um novo bico, com o qual irá arrancar as suas velhas unhas.
Com as novas unhas ela passa a arrancar as velhas penas.
Após cinco meses, “Esta Renascida”, sai para o famoso vôo de renovação, certa da vitória e de estar preparada para viver, então, por mais 30 anos.
Muitas vezes, em nossas vidas, temos que parar e refletir por algum tempo, e dar início a um processo de renovação.
Devemos nos desprender dos pré-conceitos, dos maus costumes, de tudo aquilo que não é mais útil ou importante, para continuarmos a voar. Um vôo de vitória.
Somente Quando livres das barreiras e pesos do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.
Destrua o bico do ressentimento, arranque as unhas do medo, retire as velhas penas de suas asas, permitindo o fluir de novos pensamentos.
Alce um lindo vôo para uma nova vida de sonhos e realizações.
Tenha sempre uma meta: “Voe alto e seja Feliz”
“Autor desconhecido”.
  Será que depois de tomar conhecimento de tal fato, lenda ou mito, o povo americano trocaria seu símbolo? Sendo uma Nação jovem conseguiu chegar aonde chegou talvez por ter imitado a Águia que além de bela é inteligente e perspicaz. Por isto nem sempre o que os grandes homens dizem eu acredito piamente sem uma pequena pesquisa nem que para isto seja chamado de louco ou presunçoso, afinal a Filosofia tem que me ensinar a pensar, não o que pensar.
Escrevi isto pensando em pessoas que nunca chegaram a ser presidente do time de Várzea de que fizeram parte, mas hoje, diante de um computador e o Google a disposição, criticam e dizem como deveriam ser feito para consertar os erros de uma nação ou mesmo do mundo. Não precisam esperar 40 anos como a Águia para quebrar o bico e poder viver mais 30 anos, quebram a cara toda hora, às vezes vivem 90 anos e não aprendem absolutamente nada; ou não chegam exatamente a nada. O que nada?


sábado, 6 de dezembro de 2014



Crônica da Natal.
J. Norinaldo



Interessante como as lembranças as vezes não somente nos chegam como saudade , mas também como lições.  Hoje eu não ganho nada de presente de Natal,  ou seja ganho um dos presentes mais importantes da vida que é o carinho dos amigos, falo em presentes materiais. Hoje vendo minha mulher colocar alguns enfeites de Natal  baixei algumas músicas natalinas e me lembrei do meu primeiro presente de Natal. Quem viveu em Cachoeirinha PE na década de 60  e tiver boa memória, se lembrará de um barbeiro que também  foi um dos primeiros pastores protestantes bem aceito na Vila de Cachoeirinha por volta de 54, pois foi na casa dele que vi a Revista cruzeiro com Getúlio Vargas morto com seu Pijama que hoje vejo quando quero, é só passar no seu memorial e todas as vezes que o vejo dentro de um vidro, lembro-me das filhas desse pastor e barbeiro supracitado; eram moças bonitas , mas não lembro mais suas feições e nem nomes, o dele era Seu Miro. Pois bem, as moças fizeram uma árvore de Natal coisa que na minha casa não tinha, e depois do Natal ao desmontá-la me deram de presente um pedaço do céu bem estrelado. Era um pedalo de cartão ou papelão, envolvido num papel laminado azul como várias estrelas brancas, recortadas com tesouras por elas mesmas. Guardei meu pedaço de céu no meu quartinho, as vezes eu tinha uma cadelinha chamada Lacinho que eu amava, dormia comigo, queria brincar com meu presente nunca deixei. Não sei por quanto tempo guardei tal presente, minha cadelinha morreu, meu pedaço de céu se perdeu, nunca mais vi essa família, mas mesmo não sabendo seus nomes, lembrando seus rostos, nunca os esqueci. Faz algum tempo sonhei que corria muito atrás de uma moça pensando ser uma delas, quando se virou a decepção era muito bonita, mas eu não sabia se era, pois como disse não lembro suas feições. Mas lembro como se estivesse agora a minha frente o retângulo de papelão azul com suas estrelas brancas. Morava no alto da Cruz vizinho de Pedro Jovem que fabricava selas, a outra casa era do Seu Miro, único nome que lembro. Natal para mim é uma festa muito triste, triste mesmo, mas sempre olho para o céu e escolho meu pedaço, sempre onde as estrelas brilham mais. Junto com o carinho dos amigos, reais ou virtuais é sempre o meu melhor presente. Quando morava no Rio de Janeiro tínhamos um grupo de Família que passávamos sempre juntos, na verdade seis famílias, o último faltavam dois na nossa mesa, que jamais voltaríamos a ver; desde então fico em casa remoenda minhas lembranças e pensando na Minha querida Vila de Cachoeirinha, que sobre ela deve está o meu pedaço de céu tão estrelado.


Minhas Cronicas ou Cômicas.
J. Norialndo


Certa vez eu li uma cronica do Fernando Sabino, com quem um dia tive a honra de um dedo de prosa,  que ele estava num bar no Rio de Janeiro quando entrou um casal muito pobre com uma menina , pediram uma fatia de bolo, o pai colocou alguns palitos de fósforos e os acendeu, e a menininha apagava enquanto os pais cantavam parabéns. Jurei que aprenderia escrever cronicas que deixassem alguma mensagem e durante cinco anos escrevi para um semanário aqui da cidade. Um dia fui a um cartório registrar umas músicas e o Sr. do Cartório me perguntou o meu nome completo, quando lhe respondi, ele disse: Espere só um instantinho, e voltou com uma pasta onde estavam todas as minhas cronicas. sua filha as colecionava, Não a conhecia, quando vim a conhece-la era advogada Advogada, nada tinha com o assunto, ou tinha muito, mas no momento foi do saudoso Fernando Sabino que me lembrei e daquele casal e sua festa de aniversário para a filha; e foi duro segurar uma lágrima teimosa.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014




Opinião é Coisa Séria.
J. Norinlado.


Hoje lendo esta matéria do Arnaldo Jabor me bateu certo arrependimento por te-lo criticado não de maneira demais desrespeitosa no Facebook por algumas crônicas que li em seu nome. Conheço o Jabor desde o tempo dos filmes do Oscarito, Grande Otelo e Cia, antes de começar o filme vinha, um futebol o locutor falando tão alto que a 1 km se ouvia, não sei se era só lá em Colatina ES; sempre havia algo assinado por Arnaldo Jabor. Às vezes desconfiava que aquilo que ali estava escrito não fora ele que fizera, mas quem sabe pelo prazer ou um pouco de inveja tenha sempre criticado. Como disse acima li hoje que muitas dos artigos colocados na NET em seu nome são apócrifos. Por que desconfiei que não  foi Al Pacino quem escreveu aquilo sobre “Se você é um bosta, não adianta tatuar  o símbolo da Nike na sua testa que você continua um bosta”? Pode até ter sido, mas eu sempre desconfiei que não. Certa vez li em Zero Hora que Luiz Fernando Veríssimo ganhou um premio na frança por uma crônica publicada, pois bem, foi a París receber o premio e lá para sua total surpresa ele nunca vira tal documento. Depois vim, a saber, que uma moça se não me falha a memória de Santa Catarina era a verdadeira autora; essa se deu mal, pelo menos perdeu um grande momento em sua vida, deve ter quase morrido de arrependimento. Por que o meu arrependimento? Porque descobri que sou preconceituoso, sempre fui fã do Arnaldo Jabor Noves fora política, coisa que pouco me interessava até pouco tempo. Por que agora tudo que alguém antes quando falava eu ficava atento não permitindo qualquer barulho, agora só fala besteira, porque é contra o partido que eu votei? Por que eu sempre fui fã do Arnaldo Jabor? Porque sou fã de todo aquele que fala bem, fluentemente, bem articulado e se faz entender por todos. Não, não vou continuar algo que não me faz bem, continuarei ouvindo o Jabor assim como lendo o que escreve o que também no meu ponto de vista faz muito bem; o partido dele ou seu time se não for o fluminense que se danem; sem me dar conta, coisa que sempre detestei e por isto mesmo  é  que não sou nada simpático no meio que convivo, estava sendo nada mais que uma Maria vai com as outras. Se for possível, e  não sei se chegarás a ler o que aqui escrivinhei, me 

sexta-feira, 28 de novembro de 2014



O  Céu e o Inferno são Por aqui mesmo.
J. Norinaldo.

Foram nos últimos tempos as personagens mais fotografadas do planeta, Pelé e Lady Day, Pelé com certeza foi mais por ser mais velho e está há muito mais tempo no foco das câmeras do mundo. Lady Day morreu num acidente brutal fugindo justamente das tais câmeras e Pelé continua sendo o mais fotografado, o mais famoso jogador de futebol do planeta. Com certeza muito menos pessoas chorarão sua morte ao lembrarem Sandra Regina Machado renegada por ele como pai, quando ninguém precisaria de  exames de DNA pois um era a cara do outro , simplesmente por ser filha da empregada segundo os jornais da época; mas aceitou Edinho que mesmo com todo apoio e sendo atleta de um dos melhores times do mundo, aquele que consagrou seu pai está hoje atrás das grades e por lá deve ficar um bom lotes de anos por tráfico de drogas. Dizem também que a moça morreu de tristeza por ter um pai tão famoso e tão frio a ponto de sequer ir ao seu enterro. É Pelé, como escrevi sobre Schumacher o inferno é por aqui mesmo. E quantos outros menos ou sem nenhuma fama aproveitaram a deixa para justificar tal bandidagem, fazer filhos e deixar para o mundo criar; o rei fez e ninguém o obrigou a reconhecer coisa nenhuma, por que eu tenho que faze-lo. Não estou pressagiando nada, nem sou nenhuma ave agourenta, Schumacher está vivi e Pelé tampem e espero que vivam por muitos anos, mas me encontro em estado altamente depressivo por viver num mundo que desconheço. Por ter ídolos de ouro que de um momento para outro se transformam na mais podre lama.  Hoje um amigo, um Coronel do EB da reserva veio a minha casa me trazer um trabalho que sua esposa fez sobre a depressão no idoso; vou ler com todo carinho , mas é um engano achar que esta doença é típica de idosos ou gente feia, conversando outro dia com uma moça de 23 anos, lindíssimas, tomei um susto quando ela me disse que quase morre por causa da depressão. Sabe por que digo que me encontro num altíssimo grau depressivo, porque se fiz mal alguém foi a eu mesmo, viciando-me em álcool, por mais de 15 anos chegando ao Deliriun tremens. Jamais mesmo tendo passado 31 anos como Fuzileiro Naval e visitado o Brasil e outras culturas, sempre tive uma grande preocupação quanto a filhos, pois na verdade sou vitima disto. Hoje ver pessoas que talvez nem quisesse riqueza, mas se assim procedessem estavam no seu direito, ter esse direito negado, o direito de talvez nem poder ter chegado perto para ver o quanto eram parecidos, ou apenas para um abraço. Sei o que é viver uma existência sem pronunciar a palavra “Pai” ou pronuncia-la para alguém que não é. Acredito Pelé, que esta filha supracitada, tenha sido a tua pior jogada. Que deus te ajude sempre, no passado me destes grandes alegrias nas poucas vezes que te vi jogar, lembro-me de uma vez Santos e Flamengo, um time do congo fez a preliminar e depois se recusou deixar o campo enquanto você não fosse tirar uma foto com eles. Acho que eram do congo. Pois é, mas agora aumenta minha depressão, ver que no mundo existe tanto desamor.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014



O Pensamento e o Caroço de Abacate.
J. Norinaldo.



Está provado para quem quiser ver e analisar friamente que Deus errou duas vezes, no tamanho do caroço do abacate e em deixar o homem pensar. Não sei quais são seus sentimentos, mas se existem um desses é arrependimento. Vejam neste vídeo que por mais feio, por mais esquivo, por mais feroz que ser o irracional, com jeito e carinho você consegue sua amizade; com o  homem é bem diferente, você consegue ou  pensa que consegue sua amizade até aparecer algo chamado interesse entre os dois, principalmente se desse palavra resultar dinheiro e posição, poder.  O homem nasce já com um pecado, o pecado original, sua origem é um pecado para que ele de uma forma ou de outra pague pouco um muito por este débito que já nasce com ele. O abacate é claro que ninguém pensando em lucro faria uma fruta com mais caroço que polpa, quer dizer se usa menos do que o que se joga fora, pois se fossem plantar todos os caroços de abacate o um mundo seria um abacateiro, nem o México aguentaria. O homem não é o único animal que mata inclusive seu semelhante por motivos torpes ou muitas vês sem motivos, mata a si mesmo em nome de um prazer que para ele é bem maior que a vida, mas é o único que mata apenas para vender a pele, peles que muitas vezes enfeitam carniças adiadas que um dia fenderão muito mais que aqueles que perderam a pele e a vida para enfeita-las. Eu acredito em Deus, agora sou cônscio de existe Deus e deus. Disto eu não tenho dúvidas; e o segundo foi que me ensinaram primeiro quando minha inocência era incapaz de discernir o certo do errado, esse dualismo que jamais cairá de moda do bem e do mal, de deus e do diabo; do corpo e da alma do amor e do ódio. No meu modo de pensar ;  o pensamento e o caroço do abacate foram os erros de Deus.

terça-feira, 18 de novembro de 2014



Soberba, Orgulho, Para que?
J. Norinaldo.


Quando você ouve alguém chamar o outro de cabeça dura, é que cientificamente está provado que um cérebro tem a consistência de um pudim, em alguns de uma rapadura. Existem aforismos bem pensados ditos muitas vezes por quem nem sabe o que está dizendo, ouviu ou leu e algum lugar, toca pra frente. Lembro-de uma passagem de um livro do Saudoso Jorge Amado em que os coronéis discutiam político num canto de um bar, e um velho considerado um Filósofo do lugar diz: “São como crianças mimadas”; alguém que fora criança, mas não fazia a menor ideia do que seria um mimo, saiu dali e sempre que os via reunidos repetia a frase que escutara, e muitos concordaram e passaram dar uma certa importância a quem não tinha, nem importância e nem vergonha de plagiar algo sem é claro saber que o fazia. Eu não sei se foi devido a minha cascuda ignorância, mas esta semana vi algo postado aqui, tentei e não consegui mais encontrar, portanto desconheço o autor, prometo continuar procurando, geralmente posto o que crio, bobagem ou não;  confesso que senti inveja , não aquela inveja destrutiva, mas uma inveja saudável, que gostaria de ter sido o autor da frase que é mais ou menos assim: “É Preciso coragem para acordar do que se é , para o que se pensar ser”. Outro dia, vi uma palestra do Filósofo Mário Sérgio Cortella onde ele dizia que o universo tem mais ou menos 200 bilhões de galáxias e que a nossa, a via láctea é um das menores, tem  300 bilhões de estrelas, que a nossa estrela maior que é o sol, é chamada de estrela anã, é um milhão e trezentas vezes maior que a terra. Que serei eu dentre isto tudo?


domingo, 16 de novembro de 2014



O Poder do Bulling.
J. Norinaldo.

Sabia lá eu o que era isto há 56 atrás, não conhecia o nome, mas senti seu poder por toda vida, isto é até hoje. Certa vez em Cachoeirinha a vila em que morava e amava havia uma Escolinha Encantada por nome de “Escola Típica Rural” ficava fora da vila, para mim muito longe por causa é claro dos meus pequenos passos que deixavam na poeira do caminho as pegadas as alpargatas compradas na feira. Como não havia divisão entre ricos e pobres, naquela escola estudava todas as classes, ma minha era a mais baixa com certeza. Um dia D. Joana Francisca da silva, D. Joaninha levou uma sanfona e na hora do recreio, ou não teve aula nesse dia, ela fez uma festinha, uma espécie de baile, havia entre a sala de aula e a casa de Bolô que zelava pela escola, um espaço que usávamos para brincar e ali foi o tal baile para mim inesquecível e marcante. Quem sabia danças bem ou mal saiu dançando, eu fiquei lá no meu canto, quando de repente uma menina muito bonita, que ainda mora em Cachoeirinha, se tiver lúcida e espero que esteja e venha a se lembrar disso, pode vir a dar boas risadas, pois bem, ele chega e me tira para dançar. Ora, eu nunca dançara e nem nunca prestara a atenção em ninguém dançando, a não ser ficar olhando para Irene de Amaro Moita que já era uma mocinha e muito bonita dançando com alguém que não gosto até hoje, por outros motivos. Bem a menina abriu os braços, e saímos não dançando, eu pisando os pés dela do modo mais desajeitado possível, ela foi até onde deu para aguentar e como não poderia deixar de ser, me largou no meio do salão. Todos riram, crio que só D. Joaninha não o fez. Isto deve ter acontecido por volta de 1955 1956, estamos em 20014 e nunca mais na vida eu dancei nem de brincadeira, minha mulher também não dança, mas as vezes em festinhas na casa das imãs muitas vezes tentaram nos ensinar, ou mesmo em lupanares no Brasil ou no exterior eu tentei tal aventura. Sempre que era e sou obrigado a ir a um baile de casamento ou formatura, aquela cena dos meninos e meninas rindo de mim aparece tão viva como se acontecesse naquele momento. N a Última formatura que fui, tive que procura um local escondido, pois não cosegui conter as lágrimas. Interessante que nuca tive ódio de quem riu de mim, mas sim da minha covardia por não ter tentado e me tornado um grande pé de Valsa. Para isto bastava vontade e um hesitante, como disse All Pacino a Moça que convidou a dançar com ele um tango, que por sinal  é composição de um brasileiro, Alfredo Lepera; “Por  Uma Cabeça” e ela lhe diz: mas meu noivo chega num instante; no que ele responde: “Mas, pode-se viver uma vida num instante”. Caso essa pessoa viesse a ler isto e se lembrasse, com certeza viveria uma vida num instante. Tive uma namorada que era professora de dança de salão, não sei dançar até hoje.




O Inferno é por aqui Mesmo
J. Norinaldo.


Contou certa vez um Jornal Por nome de Zero Hora, do qual fui assinante durante muitos anos e até escrevi vários artigos para ele, um que por coincidência descobri no Google, há alguns anos foi feito uma espécie de jornal usando matérias de todos os jornais das capitais brasileiras e Deste foram colocadas duas matérias uma era minha. Lembro que falava sobre nunca mais haver tortura no Brasil. Assinava coisa que durante muito tempo não farei mais, assinar um jornal ou uma Revista brasileira. Pois bem, contava esse jornal que este Sr. Michael  Schumacher começara sua vida de pito muito cedo, mas sua família era pobre, não sei se órfão de pai, só lembro que o jornal contava que sua mãe vendera a única geladeira que havia na casa para comprar seu primeiro Kart e vendia sanduíches para ajuda-lo a correr; que história linda não? Não me lembro agora se também foi em ZH que vim a ler que Elizabeth Schumacher morreu alcoólatra, totalmente abandonada pelo desgosto do desprezo dos filhos que a achavam simples demais para eles que eram tão famosos; naquela manhã eu chorei. As vezes lhe mandavam valiosos presentes, que ela vendia ou trocava por bebida.

Não é novidade isto está em qualquer parte do Google por ai, é a segunda vez que escrevo algo assim, não porque seja alguma espécie de exemplo, mas vejo sempre aqui estampado: O Mundo chora por Schumacher Eu faço parte do mundo, ou acredito que faça, não chorarei uma lágrima; mas espero que o outro mesmo com a tal frieza alemã o outro se lembre disto e lhes dedique algumas orações sinceras. Caso contrário esqueça e também resolva esquiar um pouco. O mundo está farto de desamor. Frieza alemã é uma Ova.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014


Em Manhattan ou no Morro do alemão, se você é um bosta, será sempre um bosta.
J. Norinaldo


Certa vez assisti a uma cena que me deu alguma esperança para a imprensa do mundo, do Brasil nunca cogitei. Monica Lewinsk saiu de uma delegacia nos Estados Unidos, e o carro do advogado bem frente a porta, primeiro ele deu  uma volta completa com ela por onde estavam os fotógrafos.  Depois disso, ouvi uma entrevista de um dos fotógrafos americanos que ali se encontrava, dizendo que a partir daquele momento abandonava a profissão, ia ser carpinteiro ou outra coisa qualquer, jornalista nunca mais; disse ainda: não passei tanto tempo numa faculdade para fazer um papel desses. Agora vejo o caso desse  monstro que mandou matar os pais, após casamento com uma sequestradora, sendo disputada pela mídia brasileira, que não sei se  falando dela pode se falar em mídia ou M. brasileira. Fazer um filme e quem sabe posar nua. E a população eufórica, queriam inclusive o julgamento ao vivo pela TV. Que pais é este e o que fiz para merecê-lo? Um país que vai as ruas falar em ética, não faz a menor ideia do que pensam lá fora sobre sua Pátria através do seu comportamento, pode não parecer, mas Europa é bem conservadora. Quem sabe esse diretor de cinema não leve tal filme para lós Angeles e tente trazer o Primeiro Oscar de filme estrangeiro para o Brasil  e viremos piada de vez.  Num país onde um escândalo abafa outro, quem sabe não estão querendo fazer com que esse povo inteligentíssimo, onde muitos foram chamados de bovinos e votaram como tal esqueçam alguma coisa.. Não sei, mas também falando nos Estados unidos, onde não é nenhum céu, muitos garotos atiraram em colégios matando muitos colegas quem sabe, e até hoje quem sabe não disse a razão, mas quem sabe uma maneira de aparecer na mídia; essa mota da Suzana depois desse aué todo não vire moda. Já pensou? Inspirado no enorme sucesso de Suzana Richthofen, mais uma menina mata os pais e os irmãos menores, é claro porque a mesmice vai cair na rotina. Coloquei hoje mesmo por ai, apesar de que a frase não é minha, apenas a modifiquei: “ A Mídia brasileira quando chega para fazer a escolha entre o joio e o trigo, o pão já foi cosumido.
Só  para ilustrar conheci um comandante que tinha a alcunha de um atriz de uma novela da globo que era um dos maiores terrores que conheci. Tinha um filho com problemas ou ainda tem. Será que a humanidade tem alguma culpa nisso? Temos alguma culpa Diogo Maynard?


terça-feira, 4 de novembro de 2014




Multas,  pela multa sou Contra.
J. Norinaldo.



Eu estou de pleno acordo com os aumentos nas multas que foram estabelecidas pelo que se pressupõe para humanizar o transito e evitar tantas tragédias, agora não é só com multas que se combate este tipo de problemas, é com educação e estradas bem pavimentadas e bem sinalizadas. Existem entradas no Brasil onde já ouve asfalto, placas escondidas dentro do mato o motorista correndo perigo de dar de cara com uma onça pintada se for tentar ler o que nela está escrito. Claro, porque digo que estou de acordo, aqui no sul houve uma campanha semelhante logo em seguida explodiu o escândalo do DETRAN, dinheiro demais e talvez sem saberem onde usar. Estou de acordo, continuo afirmando, o pouco que viajo, Faz poucos dias fui a Santana do Livramento com amigos e vi as loucuras praticadas pelos nossos motoristas, principalmente aqueles que compram um carro Zero e esquecem que é  Ponto Zero mesmo, que é um carro que corre, mas não tem força suficiente para ultrapassar uma carreta a 120 ou 140 por hora. Pelo que vi nas notícias depois das medidas são aplicadas em média 30 multas por hora no país, continuando assim, em breve teremos as melhores estradas do mundo, ou mais alguns escândalos que abafarão os mais antigos que cairão de vez no esquecimento. Tenho uns amigos que foram a New York, já souberam de uma festa de brasileiros e Miami, alugaram um carro e pegaram a estrada; no caminho um comeu e ofereceu aos colegas um pacote de biscoitos, depois como se estivesse no Brasil, abriu a janela e atirou na estrada; não rodaram mais de 10 km duas motos com policiais os encostaram e tiveram que pagar BM mais que o aluguel do carro.  E agora, como é que esses caras ficaram sabendo disto, alguma câmera? Nada disto, o americano que vinha atrás, viu alguém sujando seu país propositalmente e ligou para eles. Isto se chama amor a Pátria, que estamos longe de ter, caminhoneiros que pagam propinas nas balanças com caminhões bem acima do peso suportado pelo asfalto, este é o nosso amor pela terra em que vivemos; e falamos e gritamos que os políticos são corruptos. Só eles?


Dr. GOOGLE.
J. Norinaldo.


Certa vez eu estava num certo ambiente, não fazia parte do grupo de que entabuava uma animada conversação, sobre história geral. Eu em outra reunião ouvira algum dizer que  dizer que William Shakespeare fora uma das maiores figuras do renascentismo, como não vi nenhum deles citar tal figura, quis dar de inteligente e quase gritei: Chequespire! Não foi m maior? E ai, para minha vergonha e surpresa alguém calmamente  disse o nome do homem certo e que nem de longe se parece o que havia pronunciado, se é que aquilo era pronúncia.  Lembro-me disto sempre que vejo alguém falando de algo que nota-se pela contextualização do enredo que em certa parte toma outra direção que nada tem a ver com o núcleo do assunto. O que dá a entender que o Dr. Google é tão precioso, como perigoso. Outro dia mesmo me lembrei disto mesmo um amigo Cineasta, formado em Los Angeles na capital do cinema e me convidou para assistir uma palestra que faria para alunos de uma universidade, e para minha também surpresa me apresentou como roteirista. De repente ele para e pergunta? Por que eu fui parar neste assunto? Confesso que estou totalmente perdido e nada tenho a acrescentar sobre ele. Ficaram todos quietos, ou prestavam  a atenção demais a palestra ou estavam se lixando para ela. Tudo começara porque uma acadêmica o interrompera perguntando, ou dizendo, que ima fazer um Curta Metragem e ela desejava saber se a responsabilidade era do roteirista ou do diretor. Eu o lembrei. Outro dia aqui, alguém não sabe se para se mostrar, me disse que estivera em Paris em e Oslo, e eu lhe perguntei se era verdade que  a Virgem das rochas eram realmente quadros maravilhosos, e a Internet do Cara caiu; sinceramente quem vê o que posto aqui, fora desse período negro que espero acabe logo, dizer que foi a París e não visitou o Louvre é melhor ficar calado. Contei esta história a um amigo que é advogado, aliás um grande advogado, e ele me disse: Norinaldo, no ginásio eu passei por uma dessas, na verdade foi para mim uma coisa boa, pois nunca mais aconteceu ou acontecerá, não é porque estudei direito que sou obrigado a conhecer tua Virgem das rochas, mas, se eu não tiver certeza que domino pelo menos parte do assunto, não me meto. Muita gente aqui, inclusive eu, deveria fazer o mesmo, mas o anonimato, ou não ter que ficar vermelho de vergonha libera geral. O que o Meu amigo me contou: que a professora falava sobre os índios americanos do norte quando ele começou insistentemente a gritar Siuox professora, Os Siuox! Depois de muita insistência de sua parte a professora virou-se para ele e pronunciou a palavra certa: Isto mesmo, fula, os Sius. Que é mais ou menos isto.

Outro dia via aqui um amigo que postou o seguinte, estou louco para encontrar com este alguém que não direi o nome para falar sobre o livro de Foucault de onde tirou essa palavra, pois pelo que conheço a figura há muito tempo, apostaria meu reino que não sabe nem quem é. Cuidado, o Google é esperto, sabe de tudo, mas é traiçoeiro como o gato. Ah! Eu também é claro não sou obrigado a conhecer todos os países apesar de ter passado 31 anos na marinha, isto era privilégios de alguns, mas conversando com o cineastas supracitado, falei num amigo que mora nos Estados Unidos e ele me perguntou onde: e eu taquei: entre Miami e Los Angeles. Ele deu uma risada e perguntou: entre? O fuso horário  são de 5 horas, não lembro bem. Agora o Dr. Google me disse, lá eu não tinha nem um tablet.

sábado, 1 de novembro de 2014




Casos e Causos verdadeiros.
J. Norinaldo.


Eu fui ao ministério do Trabalho fazer uma carteira de jornalista, mesmo não sendo formado escrevi durante anos para vários jornais. Lá chegando me informei que precisava de um uma carteira de trabalho, coisa que nuca tive pois entrei para a carreira militar muito jovem pensando sair logo, não sai. Depois o senhor que me atendeu olhou para mim e perguntou minha idade, com aquele pedido de desculpa tão peculiar. Respondi  e ele disse, mas já é aposentado, se o senhor já escreve pelo menos por aqui não vai precisar desta carteira, leio sempre suas crônicas e quem as e deve conhecê-lo também; portanto o senhor tiraria uma carteira já aposentado, pois não pode ser retroativa, Desisti. Realmente alguém daqui que venha a ler este texto e que muitas vezes me apresentava a amigos e estes diziam, mas este eu conheço através das crônicas dele, leio todas. Até que um dia a moça do Banco me ligou dizendo que tinha uma linha de crédito para mim, mas que havia um empecilho, pediu que eu comparecesse ao mesmo e o fiz. Descobri um título protestado, que eu nuca assinara, fizera um contrato de Internet por telefone e só sei que o tal titulo foi parar no cartório especializado. Lá chegando, um funcionário veio me atender e era o chefe do cartório, expliquei-lhe a situação e este me perguntou o nome completo, ele me olhou bem sério e disse, então o senhor é José Norinaldo Tavares? Só um momentinho por favor, saiu, entrou numa sala e voltou com uma pasta amarela, tinha todas minhas colunas guardadas. Fiquei sem palavras sinceramente, levei alguns segundos para cair à ficha. Então o senhor guarda todas as minhas crônicas? Novamente ele sorriu e disse: eu as leio, mas quem as coleciona é minha filha que está estudando direito em santa Maria. Sai dali mais feliz que pinto no lixo, dias depois voltei lá, peguei uma foto da moça e fiz um artigo co ela no jornal. Outro dia a encontrei já formada, em frente ao Mercado Nacional, e lhe dei de presente uma Revista para qual escrevia, por sorte encontrara um dos editores e me dera cinco. Outro dia esteve aqui em casa um grande Artista plástico e coloquei seu nome no Google para ver se tinha algo a seu respeito, além de encontrarmos centenas de pessoas com o mesmo nome descobri que havia sido premiado pela UNESCO e por um trabalho que ganhei de presente, o atual dono da Globo també, o tem, eu fiz questão de colocar no jornal o cheque com o qual ele pagou tal obra para qual eu olho agora com um adendo estranho, mas que o próprio Artista não quis tirar. Muito bem, depois coloquei o meu, pois achava ser o único, que nada, encontrei vários Norinaldos e Pasmem, 4 Norinaldas. E algo que me deixou muito feliz. Um jornal feito com parte de todos os maiores jornais do Brasil e entre eles Zero hora com dois artigos. Um dele era meu.
O adendo está ai feito por Artistas Plásticos Marimbondos. A Obra é  “ O BULICHO” do meu grande Amigo Rossini Rodrigues,  Premiado pela UNESCO.


A Mente Vazia e a Lembrança da Cerca.
J. norinaldo.


Eu ouvi um causo aqui no Rio Grande do sul, aonde cheguei lá pelos idos de 1969 e fui direto para a campanha, ou seja, Vila Garruchos, hoje cidade de Garruchos, como não havia luz elétrica no lugar os habitantes se recolhiam cedo, e alguns se juntavam no Clube Getúlio Vargas para beber e conversar, coisa tão em desuso hoje. Muito bem, alguém contou que havia uma bialanta para fora, (Salão de Baile fora da Vila) e que  era muito antiga. Na verdade são dois causos em um só. Mas acredito dar conta deles. Um dia, o presidente da tal bailanta veio a Garruchos solicitar do presidente do clube o empréstimo de  20 mesas e 40 cadeiras para um baile que ia haver; dias depois chegou a vila apavorado, um gaucho que procurou o presidente do clube denunciando que estivera presente quando da ocasião do pedido das mesas e cadeiras por empréstimo, e que no momento estavam vendendo as mesmas lá no rincão onde haveria o Baile, inclusive tendo-lhe sido oferecido uma mesa com quatro cadeiras por um preço irrisório. Este foi um. O outro que esta bailanta era muito antiga e  que ao seu redor havia uma cerca de bambus de um metro e meio de altura mais ou menos; um dia antes de um grande baile o responsável achando que aquela cerca era velha e tirava a beleza da casa, mandou retira-la por completo. No meio do baile houve um desentendimento e alguém puxou de um revolver e apareceram mais de trinta e como diz o gaucho houve um turubamba de bala, que um amigo meu o grande amigo  Poeta Cindinho (Gumercindo Medeiros Filho) disse numa de suas poesias que foi grande a gritedo das senhoras o agarra e  puxa, puxa que aproveitou para ver as horas no clarão de uma garrucha. Mas que no final, morreu mais gente de pescoço quebrado  tentando pular a cerca que do próprio tiroteio. Neste  momento a cabeça já não estava mais vazia, de cerveja e pinga é claro.

Isto me leva a pensar, você passa 30 anos num lugar ouvindo todo dia quase a mesma coisa, fazendo todo dia quase a mesma coisa, é difícil depois que sai se livrar do hábito, assim como da cerca que não existia, mas costume do cachimbo deixa a boca torta, todos ou quase todos se quebram ou morreram tentando pular o vazio. Principalmente que chegou com a cabeça vazia, jamais se livrará da cerca ou do que quem podia falar dizia.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014



Política.
J. Norinaldo.


Eu vou contar um segredo aqui, Não sei se sou ou não analfabeto político e caso seja farei pouco para mudar, está sendo a terceira vez que me empenhei de fato numa campanha política, mas sem sair as ruas com bandeiras, comício e coisa e tal.
É a primeira vez que faço isto usando uma Rede Social e de certa forma me decepcionei tanto que acredito que os políticos me decepcionaram tanto como a política. Pessoas de quem fui fã, acreditei serem pessoas cultas com enorme cabedal; vi aqui copiando e colando coisas dos outros sem colocar de sua uma vírgula; vi esta Rede social mudar do dia para a noite da água para o vinho ou do mosaico ao monturo.
Vi fugirem pessoas que antes traziam conhecimento e beleza, poesia que faziam disto aqui um convívio cogente, hoje transformado num ambiente de ódio e depreciação, de desconstrução de amizades, virtuais, mas amizades. O que sempre pensei de uma eleição numa democracia, cada um tem seu candidato direito que deve ser respeitado, alguns por ideologia, outros por amizade e até puxa-saquismo; palavra que pensei não existir, mas existe, tentativas de fazer parte de uma sociedade caduca que deveria ser conquistada por méritos e não como esmola; Eu não tenho partido, ou seja sou apartidário, apesar de muita gente que me conhece pensar o contrário; não sou muito de aparecer em fotos porque sei que não bato bem com a beleza; sempre acreditei que sair na foto com alguém importante não me torna importante; fico contente quando alguém me convida para uma foto não nego, na feira do livro passada, alguém que se disse fã dos meus textos pediu para que fossem tiradas várias fotos nossas.
Certa vez em Mato Grosso do Sul, fui convidado para um jantar no Scala um restaurante local com vários políticos do PT, confesso que pouco antes tivera o maior trabalho para conseguir um autógrafo do José Genuíno, na mesa ficamos lado a lado, conversamos bastante e para minha surpresa na saída senti um braço sobre os meus ombros , e era o dito cujo. Lula, José Orcírio (Zeca do PT) José Genuíno, Rosendo candidato ao senado e Bem Hur o deputado leito com maior número de votos no estado, Tempos depois uma amiga que mora em são Paulo me telefonou me perguntado se agora era politico, passara na TV naquela cidade. Além de vários fotógrafos da cidade eu tinha um celular com câmera, não tenho sequer uma foto desse encontro. Portanto estou torcendo que acabe logo isto mais para livrar esta Rede Social do lixo que a invadiu de repente como um tsunami de lama fétida do que o próprio resultado final.


domingo, 12 de outubro de 2014



1.       É claro quer seria muita ingenuidade esperar que as classes dominantes criassem mecanismos capazes das classes dominadas conseguissem uma educação que pudesse ver as desigualdades sociais de for crítica; sendo ingenuidade é quase impossível que algum dia isto venha a ocorrer, a não ser que esse própria classe oprimida faça por si o que espera que faça a classe dominadora. Existem meios, existem, é necessário uma revolução armada onde  uma das classes fosse totalmente massacrada por falta justamente de igualdade e o que restasse voltasse a estaca zero, e pior, como perdedores? Quem leu ou assistiu Germinal de Emile Zola, viu bem isto que aqui estou dizendo, depois da revolução, da quase total destruição da mina que fora o pivô de tudo, depois de morrerem soterrados dezenas ou centenas de mineiros, até os que já estavam aposentados voltaram ao trabalho numa manha fria e chuvosa. É claro que como disse sabiamente Simone Debauvoir, o opressor não teria tanto poder sem a ajuda do oprimido, um ditador não destrói uma nação sozinho, sozinho ele não é nada ou apenas um, e os seus comandados não são da mesma estirpe, são os oprimidos que por falta justamente do conhecimento crítico supracitado, o seguem massacrando sua própria classe a espera de alguma recompensa. Sancho Pança não seguia o Cavaleiro da Triste figura apenas por aventura, acredita que um dia seu senhor conquistaria alguma ilha e o deixaria como governador, como senhor; foi senhor de que o nosso sub-herói? Enquanto mandarmos nossos filhos para a escola estudar a fórmula de Bháskara e história de guerras inventadas e encomendadas continuar aceitando o que nos é imposto como agora o cerceamento da palavra e a conversa com os dedos; pagarmos para nossos filhos tudo que quiserem e pudermos em troca da amizade e do afeto, do comparecimento, do sair junto, de mostra que somos seus verdadeiros heróis, enquanto pagarmos sua educação sem sequer nos preocuparmos se ela existe, enquanto permitiremos que nosso filhos oprimidos resolvam  se humilharem em rolezinhos pelo menos para ver o que os usam os filhos dos opressores, ou tentar usa-los mesmo a força e contra a lei, feita por eles e jamais o contrário; nada muda, ou se mudar pode ter certeza que será para pior. Ontem vi aqui uma psicanalista política dizer que agora o que determina  essa eleição é o tempo de TV, onde as pessoas vão poder fazer seu juízo a respeito de cada candidato e fazer sua escolha; eu não fiz nenhum curso de comunicação, apesar de já ter assinado uma coluna num jornal semanal da cidade,; mas posso garantir de maneira peremptória que nenhum programa  de TV vai me fazer mudar o meu modo de pensar, a não ser que esteja totalmente alienado a respeito do assunto citado. É triste e avassalador, em pleno século 21, num país com 500 anos, jovem está certo, mas se falar numa elite instruída de dez ou 20 por cento. Em analfabetos funcionais chegando as Universidades e que aprovados no ENEM poderão ir estudar em Coimbra Portugal fundada em 1290. Com certeza serviremos de galhofa para quem conta piadas de portugueses. É triste ver e não somente tomar conhecimento através de livros e TV, que um país com 500 anos, como uma população de 200.000.00 de habitantes, mais de dois terços não passa de massa de manobra e que a verdadeira riqueza está dividida no máximo entre 20 famílias.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014



Preconceito é incultura é como uma , uma tela sem Pintura, um Poço cavado para cima com as Unhas da Ignorância.
Salve o dia do Nordestino, Meu dia com muito Orgulho.
J. norinaldo.
Hoje é o dia do nordestino, interessante que há tão poucos dias estes mesmos brasileiros foram vítimas de grande onda de preconceitos pelas Redes sociais inclusive esta. Mas o mais interessante é que temos gente do sul e sudeste que estudaram ou dizem que estudaram em universidades como Sorbonne, Harvard, Oxford e tantas outras conhecidas e famosas pelo mundo, e eu escrevi dizem porque não tenho como comprovar; agora Antonio Gonçalves da silva, Patativa do Assaré, que chegou a estudar alguns meses lá no seu pé de serra aprendendo a ler e escrever, seus livros apesar disto foram traduzidos em vários idiomas, foram temas de estudos na cadeira de literatura popular universal na universidade de Sorbonne na França.
Mesmo não tendo uma bibliografia extensa, ela é muito valiosa. Suas duas teses de doutorado são fundamentais, uma delas é acerca do messianismo e do profetismo na obra de Padre António Vieira.
Cantel dedidcou-se a investigações sobre a literatura popular brasileira, tendo publicado numerosos ensaios que analisam textos de poesias e de prosa impressos em folhetos de cordel.
O professor começou a viajar para o Brasil em 1959. Nessa época teve contato, a partir do Ceará, com poetas populares, cantadores e xilógrafos. Segundo as narrativas que tecem sobre a passagem de Cantel, o francês estaria interessado em conhecer o capitão Virgulino Lampião. E foi um folheto sobre o rei do cangaço que o levou diretamente ao mito, contado de uma forma que parecia perdida. Durante as visitas, Cantel comprava e ganhava folhetos. Formava uma coleção valiosa.
A partir daí, passou a se interessar pela literatura popular em versos, na qual ele via um pouco da tradição europeia medieval. Em suas viagens, o pesquisador não se limitava só à compra dos folhetos de feira e de xilogravuras, mas também gravava cantorias e narrativas populares. Foi Cantel quem levou a obra de Patativa do Assaré (1909-2002) para ser estudada na Cadeira Popular de Literatura Universal da Sorbonne, nos fins dos anos 70.
O professor fez diversas visitas ao Brasil e desempenhou papel decisivo na compreensão, divulgação e valorização desta modalidade de escritura, tanto em sua atividade de pesquisador quanto na docência.
Poetas populares, como Apolônio Alves dos Santos, diziam que a denominação Literatura de Cordel só apareceu na década de 1970, com as pesquisas de Raymond Cantel. Manoel Monteiro, poeta de Campina Grande, diz que foi o francês o primeiro a dizer que os folhetos de feira eram pendurados em barbantes e cordas. Na realidade, a literatura popular em versos (ou, o folheto), inicialmente, era vendida no chão, espalhados sobre lonas. Fonte Wikipédia.
Não sei se quero dizer com tudo isto e por ter visto aqui mesmo um grupo de Coreanos cantando “Asa Branca”, composição de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, que também foi a segunda música cantada no Rock In Portugal pelo cantor brasileiro Gilberto Gil, logo aos a apresentação d Betale Paul MCcartnay, que passo a ver o preconceito contra nordestinos brasileiros por brasileiros de outros estados apenas por pura falta cogente necessária cognitiva.
Fosse eu citar aqui os grandes poetas, escritores e compositores nordestinos que tem levado o nome deste país tão longe, apenas para lembrar por ter falecido há pouco, Ariano Suassuna teve sua obra “O ato da compadecida” traduzido até em Hebraico; Levaria muito tempo escrevendo e com certeza seria injusto esquecendo muitos.
Gostaria de ser desmentido, e mostrado aqui autores habitantes dos estados preconceituosos que mostrassem seus valores nacionais e internacionais, aquele que ficarão com seus nomes escritos no bronze, e no bronze é para Sempre como disse Mario Quintana, que na verdade não conseguiu tal feito além da frase; vindo a falecer quase nas sarjetas de Porto alegre RS. Patativa do Assaré, Catulo da Paixão Cearense, e tantos outros. Quando Catulo faleceu e avisaram a Mário Quitanna este disse: Catúlo jamais morrerá, Apenas luarizou-se. Grande Mário Quintana.

terça-feira, 7 de outubro de 2014



Qual o Jornal que vou Ler?
J. Norinaldo.


Interessante. Eu não vou fazer como muitos dizer que odeio política, posso no máximo gritar que tenho verdadeiro pavor de muitos políticos. Quando morei no Rio de Janeiro e assinava dois jornais, um deles era o Globo, morava no 1º de um prédio no Rodo em são Gonçalo, e todos os dias acordava mais cedo que o necessário para pedir que o porteiro mandasse meu jornal que chegava muito cedo polo elevador, para antes de sair para o quartel, ler a coluna da Tereza Cruvinel. Não me lembro de quando começou essa paixão, mas assim podia ser chamada, por que se por algum motivo ela não escrevia um dia o jornal para mim perdia toda graça. E como todos sabem Tereza Cruvinel  escreve sobre política. Já escrevi muito sobre isto e torno a repetir, não me tornei nenhum cientista ou esperto no assunto, mas  pelo menos passei a gostar mais do assunto. E talvez daí veio o sonho de um dia escrever para um jornal que achei ser uma missão tão importante talvez seja dependendo do jornal e do jornalista é claro. Chegando a são Borja comecei a escrever para um semanário existente, assinava uma coluna que aos poucos fui descobrindo que era bem lida, escrevi alguns artigos publicado em ZH, Certa vez o Artista plástico Rossini Rodrigues esteve aqui em casa e coloquei seu nome no Google para ver se havia algo, afim de haver centenas de Rossinis Rodrigues, e alguns também artistas plásticos, descobri que o mesmo havia sido premiado pela UNESCO com um trabalhado intitulado “O Bolicho, o qual tenho aqui;  resolvi colocar também o meu nome, acreditando ser o único e pra minha surpresa não é, e ainda descobri 3 loucos que colocaram o nome das filhas de Norinaldas. O meu nome na verdade foi erro do cartório que resolveram deixar assim achando que ficaria melhor que o original Lourinaldo. Além disto, descobri que havia sido feito um Clipper, acredito ser este o nome, com os maiores jornais de todas as capitais do Brasil, ZH, participara com dois artigos, um era meu.Ontem, vendo tantas postagens nesta rede, principalmente agora sobre política, vi a seguinte manchete d Folha de são Paulo: “ Um grupo de intelectuais que ‘APOIOARAM” Marina no primeiro turno pedem que apoiem ...é claro que errar é humano principalmente para mim que não tive a sorte ou o privilégio de estar entre aqueles que fizeram uma faculdade e na imprensa fala-se muito e vê-se muito erro de digitalização o que é comumente normal,; mas Um grupo que  apoiaram, partido de um jornal como a Folha de são Paulo não dá para engolir.
Outra coisa que já estou me acostumando a ler por aqui é o Professor Universitário Marco bonito da Unipampa, campus são Borja, criticando a RBS pelo tratamento a pessoas com deficiência, que são chamados pelo órgão de “deficientes”. Vi alguém que não sei se faz parte da rede aconselhando o professor a entrar em contato com a empresa que com certeza corrigirão pela reação que vejo no professor tal aberração partindo de alguém formado em comunicações e da maior empresa do Sul.

O que está havendo com nossos jornais e nossos jornalistas? O que a Internet tem a ver com isto? O que a pressa de ganhar dinheiro e entrar no mercado de qualquer jeito ou por ode der? E quem perde com isto? No momento não assino nenhum um jornal e nem pretendo, pelo menos por enquanto. Erro de digitação e vício de linguagem já é difícil de aceitar num jornal que se diz grande, imagina. Um Grupo de Intelectuais que a apoiaram. 

quarta-feira, 1 de outubro de 2014



De alma Lavada. Rei posto Rei...
J. Norinaldo
Histórias da Caserna.

Houve um almirante que foi comandante Geral do CFN, tive o desprazer de servir com esse Almirante na divisão anfíbia na Ilha do governador. Era mal, porém um grande militar não se pode negar, fazia de tudo para tornar grande o nome da corporação. Era um verdadeiro terror. Um dia regressei de manhã de calção e camiseta, era uma segunda feira para o Batalhão Riachuelo e tive o triste e pavorosa noticia que haveria uma inspeção de uniforme feita pelo dito cujo em frente a lavanderia. Não tive tempo para fugir e naquela época havia no Batalhão um soldado cuja alcunha era suruba, (SD-Almeida) que vendia uns gorros muito bem feitos e duros, eu tinha comprado um daqueles, e fui para a formatura, sabendo que me daria muito mal e foi o que aconteceu. O almirante, que realmente tinha pinta de Almirante, não era como muitos que conheci que pareciam um cabos velhos, Sua alteza parou a minha frente; não sei, mas parece que vi um leve sorriso em seus lábios e disse: Retira o gorro! Eu obedeci e ele gritou para o seu auxiliar de prancheta e caneta a postos: “ anota o Resto!”. Não deu nada, eu era muito conhecido por todos no Batalhão, sabia contar piadas como ninguém. Este almirante chegou a ser o Comandante Geral do CFN, posto Maximo da carreira.
Muito tempo depois, eu era Cabo de comunicações, já no Batalhão Paissandu, e o Alte  na reserva, eu fui escalado para uma cerimônia de entrega de espadas de Guardas- Marinha na Escola Naval, e ai soube de algumas histórias do atual Diretor do órgão durante o café da manhã, alguém contava que o cara era tão boa gente, e tão cabeça fria, que certo dia, a guarnição formada para sair de licença, ele dera um tapa na cara da filha, uma moça linda, que ela quase passou por cima do carro preto. Realmente gente boa. Fiquei no portão com um Capitão Tenente da marinha de gola controlando a entrada de autoridades, só entrava quem tivesse uma credencial onde existia  um emblema Armas Nacionais, lembro-me muito bem de um governador da Paraíba que faleceu faz tempo, parou o carro antes e mandou o motorista falar com o Capitão que havia chegado de repente e não conseguira a tal credencial. Lembro que o capitão disse: A Credencial está na placa do automóvel, pode entrar, lá dentro será orientado onde parar para a autoridade descer. O Presidente esperado era João Batista de Oliveira Figueiredo. O almirante não preciso citar o nome, fuzileiro da época sabem muito bem de quem falo.

De repente que me aparece num Opala azul clarinho, e quem era? Senão o Terror de muita gente, num impecável terno cinza, em matéria de impecabilidade ninguém podia competir com aquele velho,  Antes disso o capitão pediu para que eu passasse uma mensagem para o diretor da Escola, não lembro o teor, mas sei que o homem a considerou uma afronta tão grande que não respondeu, veio em pessoa responder ao vivo e a cores; e vi um capitão sendo tratado como um verdadeiro vira latas, aos gritos, só não falou na sua mãe. Depois disto pensei: Agora sobra para mim, que nada, pelo menos aparentemente o Capitão não deu a mínima. Chegou o todo poderoso e tentou  parar o carro sem credenciais em frente ao portão para que sua família descesse e ele estacionava a quase 10 metros, próximo ao Aeroporto Santos Dumont. O Capitão gritou para mim, já que se encontrava distante: Manda esse carro ir para o estacionamento, aqui não pára ninguém. Não acredito pensei.  Cheguei ao seu lado, vinha uma senhora e mais duas moças, e eu lhe disse: senhor, por favor, siga até o estacionamento, é proibido para aqui. Eu sou o ex comandante Geral do CFN falou, quase que eu disse: eu sei, nisso o Capitão se aproximou e já foi aos gritos, vamos, lá no estacionamento, novamente o autoridade lembrou o que fora, para que, acredito que o cara lembrou do diretor e descontou no ex  poderoso, um minuto para sair daqui, está atrapalhando a entrada de quem deve entrar; na frente da família deve ter sido como a morte. Minha alma tomou um banho tão forte, que esqueci até a sede, o cansaço, que era domingo, tudo, daqui a pouco vi retornando sob uma nuvem de poeira aquele que fazia poeira quando a Ilha tremia a sua chegada. O capitão depois ficou com meu Rádio para que eu fosse beber água no Aeroporto. Nunca esqueci esta. E me lembrei do: anota o Resto!”